Um pé de mato bonito

Pé de mato bonito foi como a Rosa chamou esta planta, da qual desconhecemos gênero, espécie e família, encontrada em nossos passeios pelas estradas dos sítios. Como resquício dos 20 anos de fotógrafos profissionais, vamos fotografando pelo caminho, pra rever quando chegamos em casa, com a facilidade que oferecem os smartphones. Pela inflorescência podíamos arriscar que é uma angiosperma, mas suspeito que pode ser uma gimnosperma também. Vá saber.

Mas, por que diabos ela foi aparecer aqui? Pela simples razão de que é uma das fotos que estou conseguindo fazer o upload para esse ambiente. Via de regra, faço meus posts a partir de fotos que me sugerem um assunto e teço comentários sobre o tema. Só que atualmente WordPress/Jetpack está selecionando o que pode subir ou não. Não consigo entender o critério, já procurei help e suporte e estou esperando resposta. Então, vamos trabalhar com o que nos permitem “os estreitos limites que nos permitem a gramática e o código penal”, como dizia o sábio Graça, que não teve problema com a tecnologia.

A imensa dificuldade que têm hoje consumidores e usuários de serem atendidos pelas empresas, contrariando a profusão de canais de atendimento, é que os canais não falam a língua do consumidor, nem escutam sua voz. Até pra conseguir uma segunda via e pagar uma conta é um calvário. E não tem a quem recorrer. Para um dinossauro que nem eu, um suplício imenso. O mais cruel é que a gente produz de graça um conteúdo valioso que faz o sucesso das redes. E acabamos escravos das suas práticas, na ilusão de que estamos nos comunicamos com o mundo.

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